Biografia

Biografia

Alexis Leite – Piauiense, nasceu em Teresina, 1954. Filho de Cristina Bezerra e Gonçalo Leite. Boa parte da infância desfrutou de banhos nos rios Parnaíba e Poty. Cursou o Primário (1ª a 4ª série) na Escola Engº Sampaio. Fez o Ginasial (5ª a 8ª série) em vários colégios, em Teresina. Prestou serviço militar na Marinha Brasileira. Fez o Supletivo de 2º Grau, em fevereiro de 1976, obtendo aprovação integral. Graduou-se em Licenciatura Plena em Filosofia, em 1979, na UFPI. Em 1985 obteve o título de mestre em Filosofia das Ciências Humanas, na PUC/SP. Começou a vida profissional como professor do Instituto de Educação Antonino Freire. Professor universitário desde 1986 ministrou aulas na UNIFOR, na Faculdade de Filosofia de Fortaleza e em Cursos de Especialização pelo interior do Estado do Ceará. Ingressou na UFPI em 1989, onde permanece como professor do Departamento de Filosofia. Ministrou as disciplinas: Teoria do Conhecimento, Lógica, Epistemologia, Ética e Antropologia Filosófica.  Criou o jornal Muleke para exercer uma crítica local às práticas domesticadoras, presentes na universidade e entorno emanadas do capitalismo subserviente em vigor no Brasil.

Coloca o status de professor universitário a serviço da humanização do nosso povo. Em 1997 ajudou a organizar e participou  da ocupação da Fazenda Tranqueira, em União, que veio a tornar-se o bairro Nova Conquista, com moradia para mais de 5 mil pessoas. Em 1998 ajudou a organizar e participou efetivamente da ocupação de terras ao lado do conjunto Esplanada, zona sul de Teresina, que se tornou a Vila Irmã Dulce, com moradias para mais de 30 mil pessoas. Ainda, em 1998, participou da greve de fome organizada pela Associação Nacional dos Docentes do Ensino Superior, Sindicato Nacional (ANDES-SN), em protesto à política de desmonte dos Serviços Públicos no Brasil iniciada por Collor e continuada por FHC. Foi diretor do ANDES-SN. Foi um dos fundadores do PDT. Foi associado ao PT até setembro de 2004, quando saiu por compreender que o mesmo não servia mais à causa libertadora do povo brasileiro. Ajudou a fundar o PSOL, saindo do mesmo em 2013, após compreender que pela via da política representativa-partidária não há solução para o País. Publicou os livros: “Farinhada: investigações sobre o preço”, já com duas edições e em preparação da terceira; e “Filosofia é ...” onde defende a tese de que a chamada “racionalidade ocidental” é uma farsa ideológica. Em outubro de 2007 participou do Seminário Internacional “O futuro da democracia participativa: técnica de controle ou soberania popular”, em Porto Alegre (RS), promovido pela CIDADE - Centro de Assessoria e Estudos Urbanos. 

Atualmente prepara pesquisa sobre a “formação do povo piauiense e seu território” e está como diretor de relações sindicais da ADUFPI até o final de 2015, onde enfrenta no cotidiano as dificuldades de romper com os bloqueios gerados pela classe dominante e aceitos acriticamente pela ampla maioria da classe subalterna. Acredita que as mudanças virão com a organização, mobilizações e lutas das comunidades subalternas. Acredita ainda na democracia como valor possível de ser realizada a partir das decisões diretas dos seres humanos sobre as suas próprias vidas, suportadas pela aproximação máxima da igualdade de condições materiais e de conhecimento entre os seres humanos.

Curiosidades

Salvo pelo Gongo

A Inglaterra é um país pequeno, e nem sempre houve espaço para enterrar todos os mortos. Então, os caixões eram abertos, os ossos tirados e encaminhados.

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